As negociações coletivas de trabalho no segmento marítimo em março se mostraram instáveis. Acordos assinados ou em vias de assinatura estão em andamento, mas por outro lado surgem as dificuldades colocadas pela Associação Brasileira de Apoio Marítimo (Abeam).

A avaliação do momento é do presidente do TAICUPAM

– O acordo coletivo da Transpetro com indicação favorável dos sindicatos foi enviado para bordo. Assinamos em março o ACT dos navios líquidos da Norsul. As negociações com a Tkay encontravam-se praticamente concluídas no início de março. Tivemos porém a proposta indigna da Abeam, com suas mais de 30 empresas do apoio marítimo. Elas querem cortar 30% dos salários. A Abeam parece ter perdido o rumo. É reflexo da reforma trabalhista imposta pelo governo, que o empresariado endossa – alerta.

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